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SILVES, outrora capital do Algarve, hoje, capital da Palavra Ardente 

quarta-feira, junho 15, 2005

2:16 da tarde - Cena de Primavera


As flores o seu vermelho perdem, frágil,
Os damascos são pequenos, e verdes.
Esvoaçam andorinhas,
E verde a água rodeia uma das casas.
Dos ramos voaram já, uma vez mais,
Muitos dos amentos de salgueiro.
Onde é que não haverá, na terra, ervas fragrantes?

Dentro do muro, um baloiço de jardim; fora, uma rua.
Fora do muro, um transeunte.
Lá dentro, um riso - de rapariga bonita,
Que a pouco e pouco se extingue.
E agora um coração em fúria, o dela
Contra quem mostrou não ter nenhum.

Su Dongpo (SuShi) - 1036-1101

Uma Antologia da Poesia Chinesa por Gil de Carvalho


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