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sexta-feira, julho 08, 2005

7:02 da tarde - Dylan Thomas


Uma mística arca galês cantando ao sol*
Dylan Thomas nasceu em Swansea, sul de Gales, em 1914. Aos 39 anos, faleceu na cidade de Nova Iorque, em 1953. Não foi nem nunca quis ser - um poeta isolado - um homem solitário, um desses escritores que demonstram um certo tipo de recato literário, o que pode parecer contrastante com a sua exclusão aos principais ou secundários movimentos literários do séc. XX. Não divergia do que se pode considerar literatura popular, nem a ideia de ser um poeta retroactivo e tradicionalista o adapta ao bardo de Gales e do mundo, tanto quanto pretendia ser considerado.
As suas ligações ao cinema, rádio e televisão, no entanto, não são assim tão populares.
* Por Andréa Santos, in "A Metáfora Thomasiana"
No vayas tan confiado esa noche,
la vejez quemara y delirara al final del día
Odio, odio contra la muerte de la luz.
Aunque los inteligentes saben al final que la oscuridad esta bien,
porque sus palabras no van por las ramas ellos
no van confiados esa noche.
Los hombres buenos, los que quedan, lloran por lo brillantes
que sus delicadas hazañas podrían haber danzado en la verde bahía,
odio, odio contra la muerte de la luz.
Los hombres selvajes que alcanzan y cantan al sol en vuelo.
Y aprenden, demasiado tarde, que ellos se afligieron a su manera
no van confiados esa noche.
Hombres importantes, cerca de la muerte, que ven con vista ciega
ojos ciegos que pueden arder como los meteoros ser felices,
odio, odio contra la muerte de la luz.
Y tú, mi padre, ahí en tu alta tristeza,
maldice, bendice, a mí ahora con tus fieras lagrimas, ruego,
no vayas confiado esa noche.
Odio, odio contra la muerte de la luz.
( 1952 )


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