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SILVES, outrora capital do Algarve, hoje, capital da Palavra Ardente 

segunda-feira, julho 04, 2005

3:37 da tarde - Eu, artífice

Atento agora ao traço,
corrijo o mais da matéria,
ergo a minha arte do poço
onde flutua.
Como o brilho se desprende
do metal mais bravo,
no forro de cada um
o desgaste é tanto
que eu, artífice, colho
o que de mim alimenta,
falo do que eu estou sendo,
da sua mão em desordem,
dos passos, das lágrimas baixas
que se vão constituindo
Luiza Neto Jorge, in "Poesia" ( Assírio & Alvim )


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