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SILVES, outrora capital do Algarve, hoje, capital da Palavra Ardente 

terça-feira, julho 05, 2005

1:14 da manhã -


(fotografia do arquivo do Diário de Notícias)

Bem se sabe da Poesia que é indefinível, que é inapreensível, que é feita da mesma incógnita matéria que os deuses. Lê-se um poema ou colhe-se um lírio ou sorri-nos uma criança –e nós sentimos Poesia. Mas colher um lírio é colher um lírio – é ter mãos e ter lírios, coisas banalíssimas. Sorrir-nos uma criança é sorrir-nos uma criança, e podia chorar que não seria isso menos natural. No entanto…
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Sebastião da Gama
In “ O segredo é amar” ( 1947)

*Sebastião Artur Cardoso da Gama nasceu em Vila Nogueira de Azeitão, Setúbal, em 10 de Abril de 1924, e faleceu em Lisboa em 1952. Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, tendo sido professor durante dois anos na Escola Industrial e Comercial de Estremoz. Desde a juventude atingido pela tuberculose, foi, por prescrição médica, viver para a Arrábida. Obras: Serra-Mãe (1945), Loas a Nossa Senhora da Arrábida (1946), Cabo da Boa Esperança (1947), Campo Aberto (1951), Pelo Sonho é que Vamos (1953), Diário (1958), Itinerário Paralelo (1967 – compilação de David Mourão-Ferreira), O Segredo é Amar (1969).




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