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terça-feira, julho 05, 2005

2:37 da manhã - *Louvor do Soneto*


fotografia de Gregory Colbert



Louvo a serenidade do soneto
Que ao longo do seu corpo se derrama
E vai tecendo a doce, têxtil trama
Do canto das palavras em concerto.

Louvo a brevidade do soneto
Que em catorze versos faz a cama,
E ali vive, odeia e ama,
Aninhado e feliz como num berço.

Louvo essa clara geometria
Onde minha alma se define e abre
Na teia do verso entretecida.

Louvo esse filho matinal do dia,
Onde a escura noite nunca cabe
E a morte morre às mãos da vida.


*António Simões*


Blogger Antoniel said...

Agradeço à editoria do PalavrArdente pela publicação do poema e pela companhia que me foi dada, em comentários que assino embaixo. A Palavra Arde! um abraço, Antoniel Campos  


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