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SILVES, outrora capital do Algarve, hoje, capital da Palavra Ardente 

segunda-feira, julho 25, 2005

11:43 da manhã - Uma solitária nota musical para Hölderlin


Se eu perder a memória, que pureza.
Nas ameias azuis vai-se arrastando a tarde,
retém seu ouro em malhas distantíssimas,
filtra a luz por uma fenda última, estende-se, denuncia-me
como um arco que treme sobre o ar aceso
Que esperava o silêncio? Príncípes da tarde, que palácios
pisou o meu pé, que nuvens ou recifes, que país estrelado?
Durou mais do que nós aquela rosa morta.
Que doce, ao ouvido é o rumor com que giram os planetas da água.

Pere Gimferrer
in edição antologia da poesia espanhola contemporânea
trad. josé bento
edição assírio & alvim


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